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Johnny Man

Johnny Man

Lisboa | Porto, Luanda, Londres

1970-1975

João van Zeller

PVP
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Este livro cobre o período que decorreu entre 1970 e 1975, em três geografias distintas: Lisboa/Porto, Luanda e Londres, continuando assim a narrativa memorialista encetada pelo autor nos seus anteriores livros Johnny Boy e Young Johnny, publicados por esta editora em 2019 e 2021.

A Parte 1 aborda a sociedade portuguesa do tempo (num modelo que desapareceu a partir de 1975), destacando alguns dos principais protagonistas do mundo financeiro e industrial de Lisboa e do Porto entre 1970 e o início de 1973.

Angola é o assunto da Parte 2, no período crítico de 1973-75 que antecedeu a independência. E abordado numa óptica inédita, dada a posição que o autor ocupava como CEO de um Banco sediado em Luanda, que associava o então maior Banco do mundo, o Citibank, e o Banco Espírito Santo. As suas responsabilidades levaram João van Zeller a viver e testemunhar na primeira linha, e aqui relatar, o desastre que foi o desabar de uma sociedade e de uma economia que ninguém pôde ou quis evitar.

A Parte 3 do livro acompanha o autor no que resta de 1975. É uma saga entre os Estados Unidos e a Europa em busca de destino, seis meses em que se encontra com figuras internacionais de nomeada, e que terminam em Londres em grande incerteza. Finalmente, um grande Banco inglês oferece-lhe trabalho promissor, iniciando um período de vida mais sereno e de sucesso.

Ano de edição: 2024

Páginas: 534

Coleção: Vidas

Nº de coleção: 30

Dimensões: 23,5 x 16,5 cm

Encadernação: Brochado

ISBN: 978-972-36-2081-8

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João van Zeller

João Guilherme Andresen van Zeller, nascido a 15 de Outubro de 1941, é natural do Porto, onde frequentou o ensino primário e secundário.
Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, tendo durante o curso trabalhado na Secção de Imprensa Estrangeira do Secretariado Nacional da Informação, até 1967. Nomeado em finais desse ano Chefe dos Serviços de Imprensa, Rádiodifusão e Televisão de Angola (CITA), após 1970 trabalhou 25 anos na banca, primeiro em Portugal e Angola até 1975, e depois em grandes bancos internacionais nos EUA, Reino Unido e Espanha.
Regressou a Portugal na primeira metade dos anos 90, após ter criado uma empresa de consultoria de gestão. Continuou ligado ao sector financeiro, envolveu-se com a fundação e desenvolvimento da TVI, tendo assumido entre 2004 e 2005 a Presidência da Confederação Portuguesa de Meios de Comunicação Social. Dedicou-se até 2009 a uma propriedade sua no Douro, no sector dos vinhos, integrando então o Conselho Consultivo dos Vinhos do Porto e Douro, e fazendo até hoje parte do Conselho de Fundadores do Museu do Douro. Continua a dedicar-se à gestão, a que acrescem projectos de solidariedade social.
Além de dezenas de artigos assinados em revistas e jornais nacionais e internacionais, as Edições Afrontamento publicaram três livros memorialistas seus.

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